domingo, 28 de julho de 2013

Viagem à Chapada Diamantina, BA, Brasil

Por Tori Jacson


Nível Intermediário I


A viagem a Lençóis, Chapada Diamantina, foi o que eu precisava para saber que eu estou verdadeiramente mudando o meu ponto de vista sobre vida.  Antes da viagem, eu tinha medo por causa das trilhas e muitas horas que seriam passadas na natureza.  Eu nunca fui uma pessoa de gostar de atividades de acampamento em floresta, por isso, achei que Lençóis não fosse um bom lugar para mim. 

sábado, 27 de julho de 2013

Sempre Direto - Pedindo informação em Salvador, BA, Brasil

Por Lydia Koehn
Nível Intermediário I 

Se você alguma vez estiver perdido em Salvador, quando você perguntar indicações, esteja preparado para uma resposta de uma palavra: “Direto”. Em Salvador, a palavra “direto” é seu mapa para a cidade inteira.  


Na minha cidade Detroit nos Estados Unidos, as ruas fazem linhas retas, os bairros são quadrados, e as esquinas são perpendiculares.  Mas a cidade de Salvador tem muitas voltas e reviravoltas.  A cidade não foi desenhada pelo matemático.  As ruas não foram feitas para os estrangeiros.  As ruas têm muitas curvas, e as esquinas são redondas.  Então, se você for “direto”, você vai chegar a qualquer destino.  


Eu aprendi esta regra quando eu estava procurando uma farmácia.  Era minha terceira semana na lindíssima cidade de Salvador, e eu já estava resfriada.  No início, eu tratei de procurar a farmácia sozinha.  Mas logo que eu virei a esquina, eu estava perdida.  


Em Salvador, a gente é muito boa, e eu me sinto confortável para pedir informações.  Mas, quando eu pedi a algumas pessoas indicações para chegar à farmácia, todas as respostas foram mais ou menos as mesmas: “direto.”  Não esquerda nem direita - só direto.  E como eu seguia as indicações delas, eu descobri que para seguir direto, as curvas na rua são a direção correta de ir!  Se você for direto, vai chegar exatamente onde você precisa estar.  


Eu tinha chegado a esta conclusão quando eu cheguei à farmácia.  Eu achei, “Finalmente eu posso comprar o remédio que eu preciso!”.  Mas eu não me lembrei de todas as informações, de todos os remédios em português.  Claro.  Felizmente, as embalagens dos remédios me ajudaram muito.  Um remédio para uma tosse, por exemplo, tinha um desenho duns pulmões e duma garganta.  Eu comprei esse remédio e também outro remédio, “Multigrip” numa caixa cor-de-laranja que dizia “Frutas Vermelhas!”.  Naturalmente, eu me lembrei do sorvete que eu comi no Pelourinho que tinha o delicioso sabor de frutas vermelhas.  Então, eu queria um remédio com o mesmo sabor.  


Depois que eu tinha pagado os meus remédios, eu andei a pé direto, na mesma rua, para minha casa.  Mas, quando eu cheguei em casa, eu vi que eu não tinha lido as palavras grifadas na embalagem de “Multigrip”.  Dentro da caixa cor-de-laranja, havia uma garrafinha com indicações que diziam para tomar de trinta até quarenta gotas, três ou quatro vezes ao dia.  Sem dúvida, no exterior da caixa havia as palavras “Solução oral uso oral pediátrico de 2 a 6 anos.”


Torço muito para que lá na frente, eu não faça o mesmo erro duas vezes. 





sexta-feira, 26 de julho de 2013

Brasil X EUA

Por Jordan Marks

Nível Intermediário I

Eu estou muito surpreendido com a cultura brasileira. É mais ocidental que eu já pensei.

Quando eu liguei a tevê, eu assisti a um programa que era popular quando eu era criança, e foi dublado em Português. Já vi muitos filmes dublados em português durante minha estadia no Brasil. Acho que os Estados Unidos tem um grande mercado para filmes porque Hollywood tem uma grande economia. O Brasil tem muita demanda, mas não tem recursos bastantes para muitos filmes. Os shoppings no Brasil são como shoppings nos Estados Unidos. Eu fiquei muito surpreendido quando eu entrei no meu primeiro shopping no Brasil. Muitas lojas para comprar roupas, eletrônico, e lojas para comer. O shopping Barra é muito limpo e atarefado.

Há muitas diferenças entre Brasil e EUA, claro, mas eles têm mais semelhanças que você pensa.

 


Futebol em Salvador, BA, Brasil



Por Christopher Cardona


Nível Intermediário I

Durante a minha estadia em Salvador, eu já tive a oportunidade de assistir dois jogos de futebol.  Os dois jogos foram no estádio Arena Fonte Nova, um dos estádios que vai ser utilizado para a Copa do Mundo em 2014. A primeira partida que eu assisti foi Itália contra Uruguai para determinar a posição do terceiro lugar na Copa de Confederações. Poder assistir esse jogo foi uma experiência inesquecível porque de uma maneira foi uma pré-visualização de como vai ser a Copa do Mundo. Fora do estádio o ambiente foi excelente, os diversos patrocinadores tinham diferentes bancadas com música e produtos oficiais da FIFA. O jogo foi emocionante e dava para perceber a qualidade dos jogadores dentro do campo.  As quase 42.000 pessoas que ingressaram ao estádio deixaram a Fonte Nova pintada de diferentes cores. A maioria da torcida brasileira ficou torcendo para que o Uruguai ganhasse, mas, no final dos noventa minutos, o jogo terminou com um empate de dois a dois. Com o placar empatado, o jogo continuou com duas metades de 15 minutos de prorrogação, mas ainda assim ninguém conseguiu fazer um gol. Imagina ver um jogo assim ser definido nos pênaltis e ao vivo! Com cada pênalti gritei e fiquei mais nervoso, até no final quando o goleiro da Itália conseguiu parar duas cobranças de pênaltis do Uruguai. Itália, o país que eu queria que ganhasse,  ganhou! Depois dessa experiência, eu soube que tinha que voltar e ver outro jogo. Eu resolvi ir na semana seguinte ao jogo do Bahia contra Corinthians. Ver um jogo do Brasilerão é diferente que ver um jogo da FIFA. Primeiro, os torcedores são mais apaixonados por seus clubes, eles tem canções e bandeiras muito grandes que eles as colocam dentro do estádio. Outra diferença é que nos jogos da FIFA eles nao deixam as pessoas entrar com tambores, coisa que muda o ambiente bastante.  O jogo que eu vi acabou com o Bahia perdendo de dois a zero, eu saí do estádio triste, mas gostei de poder ver um dos meus jogadores preferidos, Alexandre Pato, fazer dois gols. Eu recomendo para todas as pesoas que gostam de futebol ir a pelo menos um jogo, vale muito a pena!


Viagem à Chapada Diamantina, Bahia, Brasil

Por Annie Caccimelio
Nível Intermediário I



Antes da nossa viagem a Chapada Diamantina, eu estava nervosa e não animada como os outros estudantes.  Eu não gosto de caminhar muito fora ou nadar em água gelada.  Também eu odeio mosquitos e outros bichos. Então, a noite antes da viagem, eu estava falando com meus pais nos Estados Unidos e estava chorando.  Eu queria ir a Fortaleza com minha família brasileira porque prefiro a praia, mas meus pais disseram que era necessário ir a Chapada porque é importante tentar novas coisas e atividades.



Agora depois da viagem, eu estou muito alegre que eu fui a Chapada.  Nadei em rios, cachoeiras e lagoas belos.  Subi uma chapada com o grupo e tiramos fotos legais que mostram a paisagem distante e majestosa.  Também, venci meu medo das alturas quando eu montei uma tirolesa sobre uma cachoeira alta.  Foi revigorante e eu estou muito orgulhosa de mim mesma.  Finalmente o último dia da viagem, o grupo saiu para Lençóis, a cidade pequena onde ficamos.  Foi muito divertido mesmo, a cidade é muito pequena e pitoresca. Conhecemos muitas pessoas locais e temos muitas histórias engraçadas daquela noite.  A natureza no Brasil é espetacular e um dia espero voltar a Chapada Diamantina com minha família. Se voltar, eu vou explorar mais o parque nacional e vencer mais medos.