terça-feira, 11 de junho de 2013

Brunch em Frankfurt.

Por Elena Stetsurina.

Nível Intermediário II

Olá, queridas colegas! Tudo bem?

Despedimentos e chegadas são uns negócios atarefados. As compras, as ultimas encontras, a festa da despedida, saudades, prometes... Desculpe-me nossa linda professora, não consegue criar o texto na hora certa. Tô escrevendo agora mesmo, na minha caminha pra San Petersburgo, Rússia tendo parada em Frankfurt. Sou atrasada com tarefa, mas me da uma desculpa, eu sou quase baiana!
O aeroporto de Frankfurt... Tenho lhe chegado as milhes vezes. Aqui o ano não tem estações, não. Um ambiente de cor cinzenta e tom desbotado por sempre. Mas assim, cor cinza tem mais do que 150 nuanças, sabiam? Devido do excesso da fantasia os architetores usaram todos aqui . Fizeram muitos pesquisas  para escolher um ou outro matiz cinzo .  É mesmo, o espaço é repartido pelos tones cinzentos, as zonas são definidas,  as sinais cujas cor é azul escuro contrastam e tiram atenção.
Uma violência de cor cinzenta que organiza e aplaca. Os viandantes dirigem-se obedientemente. Pessoal do aeroporto também e saturado pelos cinzenta e organização. Os rostos nem exprimem curiosidade, nem dêem risada.
More left!,- forma-nos um funcionário insatisfeito de fila dos passageiros.
Minha alma russa revolta-se no desejo erguar uma bandeira vermelha e armar um revolução! Espirito trazido da Bahia esta dando o segundo pensamento de agarrar meu pandeiro para dançar uma boa samba. Mais ou menos maioria dos pessoas será surpreendida, os rostos tornarão ao expressões, alguém rirá, alguém moverá ouvindo ritmo, alguém chateará e tudo parecerá uma vida humana...
Meu Deus, que cinzenta!,- resmungo eu saindo ao espaço de tax-free.
A vitrina da loja cosmética esta chamando. Mascaras, brilhantes, cremes, perfumes novas conclamam: 'Test me!'. E idéia boa fazer um bom maquiagem depois 11 horas no avião. Depois vou beber uma taça de bom chardonne bem gelado.  Certo, eu sobreviverei.
....
Muito obrigada para nossa querida professora e todos alunos pelo tempo que passamos juntos. Foi prazer! Ate!
Vossa Elena Stetsurina.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Experiência no Brasil

Por L. P.
Nível Intermediário II


Enquanto o período de despedida vai chegando, as emoções vêm todas de uma vez, O amor que eu tenho por esse lugar, misturado com o medo de sair, misturado com a vontade ver minha família, misturada com meu sentimento que meu aprendimento aqui está ainda no meu do seu processo, e que, se eu tivesse mais seis meses, eu iria chegar talvez até um ponto em que eu poderia parar. Mas como é assim, eu não estou em um ponto que eu sinto que posso parar. Eu sinto no meio da minha aventura, no meio do meu processo de me integrar, me procurar, me identificar aqui. Eu estou agora verificando quais amizades são reais e quais não, quais pessoas eu adoro e quero na minha vida para sempre e quais não. E, nessa mesma veia, eu vejo a vida de um jeito que nunca vi antes: como uma coisa passando, uma coisa que não se pode virar e voltar pra re-fazer, uma coisa de uma direção só, e, desse jeito, uma coisa única, e assustador. Eu vejo um monte de momentos que eu quero guardar para minha vida inteira, outras que eu quero continuar ter para minha vida inteira, e mais outras que eu aproveito no momento, e posso deixar passar depois disso. Mas na maioria, são momentos que eu quero guardar, que eu quero ficar tendo por dias e dias. E por isso eu começo pensar: como é que eu posso fazer certeza que, em qualquer lugar, eu vivo assim como eu vivo aqui. Como é que eu posso fazer certeza que eu continuo saindo dançar em qualquer lugar no planeta, que eu continuo conhecendo pessoal novo todo dia? Eu acho que é uma decisão. E mesmo que eu não goste tanto de ter que despedir Salvador, pelo menos eu ganhei essa visão mais clara da vida por causa da minha experiência aqui. Por isso, eu digo obrigada! E até o próximo.


domingo, 9 de junho de 2013

Entrevistando um chileno


Por W.P.
Nível Intermediário II





 Vou escrever basicamente para pedir  a opinião de vocês. Vocês são os mais indicados para falarem sobre o tema porque moram nos EUA e devem, com certeza, saber ou ter uma ideia sobre o assunto.
   Estou com pouco tempo para fazer um novo texto e por isso decidi comentar uma das entrevistas que eu fiz no trabalho que a gente apresentara na próxima terça feira, na última aula.  O entrevistado é um amigo chileno que conheci em Santiago do Chile e com quem morei –junto a outras quatro pessoas- por dez anos. O nome dele é E. Mactaggart, professor de filosofia, 56 anos de idade.
 

sábado, 8 de junho de 2013

É o Tchan: O charme de Salvador

Por T.S

 Nível Intermediário II

É o Tchan: O charme de Salvador

Devo começar este post por escrever que sou gringo, venho de fora, e passei um ano inteiro aqui.

Na minha universidade nos Estados Unidos, temos bastante brasileiros. Todos são ricos e são gaúchos, paulistas ou cariocas. São filhos de diplomatas ou engenheiros. Quando eu lhes disse que ia fazer intercâmbio no Brasil, me perguntaram na qual universidade em São Paulo eu ficaria. Ao eu dizer que eu ia para Salvador da Bahia, os rostos deles furaram, me perguntando por que eu iria lá.

“Sô tem Carnaval!”
“Pra que você vai lá? Tem nada.”
“Eles gostam de roubar ali. Perigosa, aquela cidade.”
“São mal-educados!”

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Fazendo Compras no Brasil

Por S. M
Nível Intermediário II

Porque é que minha visita semanal ao bom Bom Preço é uma experiência tão dolorosa?
Cada semana quando eu faço as compras semanais fico chocado com o tamanho das filas no supermercado.  Além disso fico igualmente chocado como os brasileiros parecem não se incomodarem com esta situação, como eu fico. É bastante estranho para mim ver como eles toleram o tamanho inaceitável das filas.  Para eles parece ser tão normal pegar filas gigantes como um ritual igual a entrar no supermercado e pegar o carrinho para iniciar as compras.  Aí eu pergunto...porque será que a "experiência do supermercado" na Europa funciona de modo muito mais eficiente do que aqui no Brasil?