quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Seu Tempo Precioso - Brasil

Por Amber Petty
Nível Intermediário I
   
 Durante o meu tempo no ILCP programa do CIEE gostei de todas as atividades que eles ofereceram. Cada atividade foi escolhida pelos administradores para nos ensinar sobre as complexidades da sociedade brasileira. Com as atividades do programa, também nos foram oferecidas oportunidades para fazer atividades voluntárias nas comunidades que visitamos. Nas muitas viagens do programa, alunos são estimulados no tempo livre, na vida da noite, a se encontrarem com brasileiros nas áreas novas, e por causa disso muitos alunos não participam das atividades voluntárias. Então, isso aconteceu na nossa viagem no fim da semana passado para Chapada Diamantina. A hospedaria que nós visitamos tinha uma conexão com os jovens da comunidade de lá, com isso os administradores da hospedaria também governam um centro para eles. Embora nós saibamos que o programa de CIEE daria uma doação para a fundação do centro, os detalhes sobre a atividade com as crianças foram vagas. 
    No dia das atividades muitos alunos foram relutantes para dedicar o seu tempo para isso em vez de um caminho nas montanhas, um nado nos rios, ou uma cerveja no bar local, mas por eu não ter planos sérios e a administradora do centro já ter me perguntado muitas vezes, eu decidi ir. Quando eu cheguei no centro, eu fiquei surpresa com a mistura das idades das crianças. Literalmente todas as crianças do bairro foram ao centro para essas atividades. Foi bom vê-los tão animados e as crianças foram apreciar a nossa presencia ali. Nós também podíamos ver como o centro afeta a comunidade e como a nossa doação pode ajudar. Isso foi a melhor atividade do ILCP para mim porque eu pude ajudar bastante com um pouco do meu tempo.  Eu estava com sorte, decidi participar e ficarei aqui por mais seis meses. Eu vou ter mais oportunidades como essas, eu quero encorajar os alunos para que no futuro façam também isso.


sábado, 15 de junho de 2013

O que aprendi no Brasil

Por S. C
Aluna do Nível Intermediário II

Estou um pouco ansiosa para voltar pro meu país no fim no mês.  Amo muito o Brasil, a Bahia e, especialmente, Salvador.  Tenho bons amigos e uma família hospedeira maravilhosa aqui e fico com medo quando eu penso em saindo desse lugar que, agora faz uma grande parte de mim. 
Contudo, esse blog não é para mim falar sobre meus sentimentos nem minhas emoções, mas para apresentar as coisas que eu percebe que aprendi durante os seis últimos meses morando aqui em Salvador. 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Entrevistas: Carnaval de Salvador

 Por N. T
Nível Intermediário II

Na minha aula de português tinha o dever para apresentar alguma coisa com entrevistas. Nosso grupo foi Rebecca,Sinead e Tarique são americanos exceto eu. Pesquisamos sobre ‘A Interseção de Raça, Racismo e Carnaval em Salvador/BA’. Eu tinha ido outras aulas por isso não pude conversar sobre os assuntos dentro do grupo, por isso nós decidimos colocar na pagina de google para compartilhar as estrevistas respectivas.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Minha último despedida: à cidade mesma



Por C. R
Aluna do Nível Intermediário II


Tchau Salvador!

Depois de cinco meses na Capital da Alegria, eu tenho aprendindo, vivido e aproveitado mais do que eu poderia explicar, mas ao mesmo tempo eu tenho sofrido, chorido e reclamado mais do que alguém poderia justificar. Isso é o que Salvador faz- se faz sentir tantas emoções, se faz sentir tanta paixão, se faz sentir TANTA! Tudo de bom e tudo do mal, misturando na cidade e exigindo sua atenção. Quando cheguei na Bahia, em janeiro,  caí sem esperança , completamente e loucamente apaixonada pelas praias, as pessoas, a música, a comida, a alegria, a energia, o amor, a cidade mesma. 

Cada coisa que eu conheci, achava interessante, incrível, impressionante. Tempo passou, e eu conhecia a cidade melhor, e comecei a ver e pensar nas coisas menos lindas, as realidades cotidianas que no início não percebi ou pelo menos não prestava atenção. Com isso, minha cidade e eu comecamos a brigar como amantes novos. Eu estava frustrada, desapontada, zangada e triste. Eu não queria admitir as falhas e deficiências da cidade, o crime, o lixo, a corrupção.. as coisas que estavam interferindo com minha imagem perfeita do Salvador. Mas a vida continuava, e eu tentava conciliar os dois lados da cidade- tentava descobrir como pode ser que a cidade poderia suscitar e poderia representar emoções tais diferentes. Eu tentava descobrir como poderia ser que a cidade estava sofrendo tanto, mas ao mesmo tempo estava tão feliz e cheio de energia. Eu ainda não tenho a resposta certa. Mas tenho uma resposta. Parece que os baianos tem uma atitude extremamente positiva, que eles vêem que, em geral, o bem triunfa sobre o mal, que a beleza da vida e os milagres da natureza triunfam todo o mal e sofrimento. Depois de cinco meses, eu acho que posso finalmente concordar, Tudo Beleza. Eu aprendi a ver o melhor lado da vida, e com isso, tudo é beleza.



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Problemas numa Universidade na Bahia

   
Por M. N.
Aluno do Nível Intermediário II


Adorei minha viagem ao Brasil. Mas eu quero falar agora sobre um tema que, esperançosamente, fique um pouco mais interessante para ler. Eu quero falar sobre a minha relação com a Universidade Católica de Salvador. Nossos problemas começaram há três meses quando eu recebi a lista dos cursos. Quase a metade dos cursos que eu queria tomar começaram às sete horas—ridículo. Como é que eu devo aprender quando estou dormindo? E nossa relação ficou pior. Dois dias depois de me matricular nas minhas aulas, eu recebi um email da Universidade que eu não me podia matricular em duas das minhas disciplinas porque uma aula terminou muito perto do começo da outra aula. Eu respondi que eu tinha falado com os meus professores, e eles não tinham problema nenhum com meu horário. Mas a Universidade respondeu que, infelizmente, não importava o que os professores acharam, "os computadores não permitem que eu faça os dois cursos.”
   Poucos dias depois meu professor de economia, quem eu adorava, anunciou que ele vai sair da Universidade para trabalhar numa outra universidade. Tá bom, eu pensei, vamos receber um ótimo professor novo. E na próxima semana, o recebemos! Por uma semana. A semana depois, o professor anunciou que, na verdade, não podia ensinar às segundas-feiras. Foi mais três semanas para encontrar uma professora nova. Em fim, quando a professora nova (a terceira) começou com a primeira aula do curso (a terceira vez que os alunos tinham ouvido essa aula), já tínhamos perdido sete semanas da aula. 
Obrigado UCSAL.