segunda-feira, 26 de maio de 2014
domingo, 25 de maio de 2014
Dica: Futuro do Subjuntivo em Português
Oi, pessoal!
Esta semana, encontrei um vídeo bem legal do canal " Proficiency School of English" no Youtube. Nesse vídeo, há uma correlação de frases em português com frases em Inglês, ambas no Futuro do Subjuntivo das duas línguas.
Essa dica vale para quem está aprendendo o Futuro do Subjuntivo do Português e que tem conhecimento do Futuro do Subjuntivo da Língua Inglesa, ok? Vamos lá!
Clique aqui e assista-o!
Mostrei esse vídeo para um dos meus alunos, que é professor de Inglês, ele adorou. Ele tem todos os tempos verbais do Português em fichas, como esta:
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Turmas de PLE lendo e escrevendo no Blog: experenciando no curso de extensão da UFBA
Resumo do artigo apresentado no X CONSIPLE, Congresso Internacional da SIPLE, Vidas em Português Políticas Multilaterais para o Ensino e a Formação em PLE/PL2.
Sara Oliveira da Cruz.
Orientadora: Prof.ª Dr.ª Iracema Luiza de Souza.
Muitos estrangeiros vêm ao Brasil com o objetivo de aprender a
falar e escrever melhor em língua portuguesa, bem como conhecer e viver a
cultura. Ao viverem no Brasil, comparam constantemente a sua cultura com a do
outro (brasileiro). Essa prática discursiva foi percebida durante as produções
orais e
escritas dos alunos do curso de PLE no Núcleo Permanente de Extensão em Letras
(NUPEL/UFBA). Pretendo, com este trabalho, relatar a minha experiência, enquanto
professora de Português como Segunda Língua, em que criei um blog a fim de
compartilhar algumas das produções textuais feitas
pelos alunos. Nessa perspectiva, adotei
a abordagem comunicativa para o ensino de língua estrangeira (Cf. SILVEIRA,
1999), a concepção de língua como lugar de interação (Cf. GERALDI, 1997;
MARCUSCCHI, 2008; KOCH, 2002) e o papel dos gêneros textuais (Cf. BAKHTIN,
1997; MARCUSCCHI, 2005) no uso da língua e, consequentemente, no ensino da
mesma (Cf. ANTUNES, 2009; KOCH, 2002).
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Rotina em Salvador, BA,Brasil
Por Mathieu Molitor
Nível Intermediário I
O
meu dia sempre começa de maneira brutal com o alarme do meu celular, o qual
emite um som muito estridente às 6 horas em ponto. Quando alcanço a cozinha,
com a sensação de estar cercado por uma bruma densa, me dirijo para a TV a fim
de ouvir Ricardo e Silvana enumerar os acidentes de carros que aconteceram à
noite, enquanto verifico se tem alguma coisa no refrigerador que o meu estômago
poderia aceitar. No banheiro, sempre tenho um pouco de apreensão, porque tem o
famoso aquecedor de banho! Este objeto, que descobri no brasil, obriga a fazer
uma escolha : ter só um pouco de água, mas quente, ou ter muita água, mas fria.
Em todo o caso, a gente se sente aldrabado.
A
caminho da UFBA, na Avenida Oceânica, eu sempre cruzo com as mesmas pessoas.
Existe um homem muito velho, talvez 70 anos, de pele branca e muito alto, que
anda lentamente no sentido oposto. Provavelmente, ele faz exercício. Entre as
duas pistas da avenida, há uma faixa de terra com árvores onde uma mulher de
pele preta e roupas vermelhas varre as folhas mortas. O cabelo dela é muito
curto, e eu sempre me surpreendo quando a olho : ela é tão gorda, que é difícil
dizer onde começam os glúteos e onde acaba a barriga. Ela, realmente, possui
uma geometria particular. Mais adiante, há os motoristas de táxi que esperam
tranquilamente jogando cartas. Em frente, existe um ponto de ônibus. Lá, eu
reparei uma coisa estranha. Normalmente, quando uma pessoa quer que um ônibus
pare, ela acena de modo que o motorista possa ver, o que é normal. Mas o
engraçado, é que muitas vezes, quando se trata de uma mulher, ela acena e
também gesticula com a mão exatamente como faria a asa de um pássaro. Não sei
precisamente qual é o objetivo deste extra movimento, mas é claro que não ajuda
o motorista em nada.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Viagem à Chapada Diamantina
Por Rochelle Galvão
Nível Intermediário I
Natureza: Andando em Lençóis e nas florestas circundantes era como caminhar através de uma pintura um
minuto e uma fotografia do outro. A cidade de Lençóis tinha uma sensação antiquada, enquanto caminhávamos pelas ruas de
paralelepípedos. Durante a viagem, o nosso grupo fez várias caminhadas e a gente observou cachoeiras, caminhos rochosos,
corpos claros de água, vegetação e até mesmo uma caverna. Crescer numa cidade movimentada, por vezes, pode fazê-lo esquecer a beleza
natural que a terra é capaz de produzir.
Alimentos: Se você pudesse escolher um tipo de alimento para comer para o resto
da sua vida, o que você escolheria? Sem dúvida, eu escolheria pizza! (Em
segundo lugar seria o açaí, eu acho.) Felizmente para mim, eu
encontrei tanto em Lençóis, por um preço extremamente acessível. A comida
preparada pela pousada que ficamos também era popular
entre o grupo: Viva Arroz e Feijão!
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